A vida social, como a conhecemos, exterminada



        Coberto de razões eu não quero mais ouvir as ruas. Não me importo absolutamente com o que a sociedade pensa, com os seus dogmas infantis, idiotizados, tentando plantar nos cérebros de quem está de bobeira ideais vergonhosos, de argumentos tão nocivos à vida em conjunto...
          Já não me animam as criações da juventude, nada originais, cópias que conseguem transitar rapidamente como uma verdade única, criada por alguém que faz uso das máquinas de propaganda.
          Sem a matéria prima fundamental, ou seja, capacidade de raciocinar, além de brigar, e humildade constante para aprender mais do que ensinar, e diversão pura, porque a vida é boa.
          O lodo que corrói os sapatos é falso, lhe empurrando para lugar algum capaz de lhe punir e ao mesmo tempo manter os seus pedidos intactos, insinuando que há mulheres que fazem do inferno uma realidade alternativa, o que os faz brincar com o que realmente conta, vivendo uma pré-abdução ou um curso rápido como serão as coisas de agora em diante.
          Resta saber o quanto estará disposto a mudar de dogmas tão simplesmente, que aos olhos ingênuos, tudo realmente ou perde o valor ou produz lucro indiscriminadamente.
          Vale o risco. Vale tudo. Som bem alto, covardia pilhada e o fim do planeta como o conhecemos. Isso está fora de questão!


 


Marcelo Gomes Melo

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