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                               O politicamente correto é a chave mestra para a corrupção


           Quando inventaram essa história de “politicamente correto”, criaram nada menos do que a obrigação de todos se utilizarem de eufemismos para qualquer coisa, maquiando pensamentos, diluindo opiniões, burlando a comédia em seu cerne, que é ser incorreta e cruel, e superficializando ao máximo qualquer polêmica que possa, de longe, ser sugerida.

          O politicamente correto tornou as pessoas extrassensíveis, sempre prontas para se sentirem ofendidas com qualquer suposta insinuação, demonstrando uma neurose absurda em querer acomodar-se em nichos, segregando a si mesmas; fazer parte de qualquer sistema de quotas é moderno, acreditar que o mundo vive para discriminar, também. Foi-se o tempo em que as pessoas se expunham e debatiam sem medo de serem crucificadas por suas opiniões dissonantes.

          Essa visão acaba por institucionalizar o erro, dificultando a luta contra esses desvios comportamentais e cria indivíduos em estado de atenção perene, com medo de se relacionar plenamente com os outros e cometer deslizes sem qualquer intenção. Enquanto os racistas, fascistas e falso-moralistas sabem muito bem quando agir e como agir, tirando proveito de situações para lucrar financeiramente, usando a mídia para causar estragos irreparáveis.

          A sociedade, adotando essa maneira de agir, acabou por criar a chave mestra para os que querem faturar alto com acusações, geralmente falsas e exageradas, buscando controlar a máquina e conseguir dinheiro com isso. E quando há casos verdadeiros que requerem atitudes firmes que garantam o livre arbítrio e os direitos humanos, esses passam despercebidos, atolados na lama das reclamações sem nexo, vazias.

          A mídia, sequiosa por audiência, incentiva e divulga polêmicas fabricadas, convencendo as suas vítimas de que são vítimas do politicamente correto, manipulando-os para que ajam sem que saibam a razão, movidos apenas pela ganância e desconhecimento.

          Combater as mazelas sociais, os maus tratos e discriminação fica ainda mais difícil ante a essa camada gasosa que turva a visão e os pensamentos dos bem intencionados; e é aí que surgem os corruptos munidos de péssimas intenções que assumem o poder e controlam o caos.

          Se a sociedade decidir voltar às origens, confiando mais uns nos outros, compartilhando mais, ideias e matéria, talvez o termo vicioso criado para acessar a corrupção por trás desse escudo poderoso, desapareça e permita que as pessoas sejam mais verdadeiras e destemidas.

 
                                           Marcelo Gomes Melo
 
 

                   Não existe problema sem solução
 
           Um homem comprou um carro que tinha um defeito curioso. Mandou uma carta à fábrica relatando o seu problema. “Não os culpo se não responderem. Sei que parece loucura. Toda noite, depois do jantar, pego o carro e vou tomar sorvete. Quando compro de creme, o carro não funciona. Quando compro de outro sabor, liga na hora. Por que isso ocorre?”.
          A carta foi parar na mesa do presidente da empresa, que destacou o seu melhor engenheiro para desvendar o mistério. Incrédulo, o engenheiro chegou à casa do homem na hora em que ele saía para tomar sorvete. Os dois foram juntos à sorveteria. Pediram de creme. Voltaram ao carro. Ligaram. Nada. No dia seguinte repetiram o passeio. Pediram de baunilha. O carro pegou. No terceiro dia, nozes. Tudo bem. No quarto, framboesa. O motor perfeito. No quinto, creme, de novo. O motor não deu sinal de vida. Inacreditável! A única conclusão possível: o carro era alérgico a sorvete de creme. O que fazer diante dessa constatação? Trocar o óleo por creme antialérgico?
         O engenheiro não podia acreditar naquilo. Passou uma semana cruzando dados e comparando hipóteses. Um dia, olhando as anotações, achou uma pista: o homem levava menos tempo para comprar sorvete de creme. Como era um sabor bastante pedido, o latão de creme ficava à mão do atendente. Para pegar os outros sabores, tinha de lavar a concha, enxugá-la, dar alguns passos para pegar o sorvete e mais outros para entregá-lo ao cliente. Além disso, o de creme custava cinquenta centavos. Os outros sabores, setenta. Como o homem nunca tinha trocado, quando comprava de chocolate ou de morango tinha de esperar para receber e conferir o troco. Isso representava um minuto a mais.
        Com isso o mistério ganhou uma nova configuração. Não se tratava de o carro gostar ou não de sorvete de creme. A questão agora era: por que ele não funcionava quando se levava menos tempo? O engenheiro abriu o motor, conectou aparelhos a várias peças e descobriu que havia um relé com uma ventoinha defeituosa, que causava um problema de resfriamento. Touché! Quando o homem comprava sabores como pistache ou flocos, a peça tinha tempo para esfriar. Quando pedia de creme, o serviço era mais ágil, o relé ainda estava quente e não funcionava. Estava esclarecido o mistério. Era só não embarcar nas aparências, estudar o problema com mais cuidado e encontrar o caminho certo. Por mais complicado que seja, não há problema sem solução.
Argumentação retirada da internet, exemplificando a importância da análise detalhada dos fatos.

                                          Marcelo Gomes Melo
 



 

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