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       T+H= S: Equação universal para um mundo melhor


           Todo fim de ano é a mesma coisa. Vamos fazer uma conscientização individual e coletiva, um apanhado de todas as ações realizadas durante um ano estressante, penoso e extremamente cansativo.

          Durante essa tomada de consciência separaremos o tempo desperdiçado, as decisões mal tomadas, as falhas e deslizes, o comportamento errático ao lidar com as emoções, das boas ações entrecortadas, das atividades enriquecedoras que mudaram para melhor a nós mesmos e ao mundo; faremos um back up do que é bom e descartaremos o restante, pelo menos na teoria. Tudo isso porque estamos sob o propalado espírito natalino. Isso nos impele a ser pessoas melhores, amando ao próximo pelo menos até o final das festas de fim de ano.

          Quando o ano novo se iniciar, as novas resoluções, a luta pela paz mundial, a promessa pela paz interior e pelas ações dignas e respeitáveis, todas as hipocrisias pré-moldadas para consumo exterior são esquecidas sob as garrafas de champagne vazias, e o que se traz consigo é a mediocridade, egoísmo e desconfiança, pura e simplesmente.

          É assim a vida há séculos. Promessas vazias de fim de ano.

          Entretanto há uma equação universal, e caso seguida à risca transformará meros mortais em cidadãos com paz de espírito real, capazes de agir em prol de um Bem maior, como, por exemplo, conservar o planeta e a natureza com ações simples e pessoais, contribuindo para que o habitat humano se torne mais puro e seus habitantes convivam harmonicamente, com felicidade e tranquilidade, dispostos a aprender coletivamente e evoluir constantemente, de forma verdadeira, não apenas em sonhos.

          Essa equação não requer conhecimento matemático ou científico, apenas discernimento e boa vontade. É a chave para os problemas do universo e ponto de partida para a resolução dos problemas pessoais e pode ser encontrada facilmente, dentro de si, bastando desejar incondicionalmente.

          Se ainda não descobriu, é simples! Tolerância+humildade= Serenidade. Basta estudar, aprender, cultivar e utilizar tal equação com eficiência. Ela abrirá novas portas e indicará caminhos maravilhosos. Caminhos interiores e, consequentemente, exteriores. Não para um ano novo, mas para uma vida nova!

          Essa equação não propõe que tudo seja perfeito. Propõe o alcance do equilíbrio pessoal, que tornará cada um em alguém especial, capaz de controlar e balancear as expectativas, diminuindo o estresse e a intolerância, a arrogância e o cinismo que são os “valores” da sociedade de início de século, acrescentando fé e serenidade para que todos consigam encontrar seu espaço adequado no planeta.

          Pensemos nisso. Cabe a nós. Sempre.


                                                      Marcelo Gomes Melo

 



           A ferramenta mais poderosa da face da Terra

 
            Hoje em dia ninguém faz mais nada sem a prodigiosa ajuda da mídia. Ninguém compra uma tevê que não lhe proporcione status, nem compra um automóvel que pessoas importantes não tenham nem recomendem; ninguém assiste a um filme que não seja aclamado pela crítica ou curtido por trilhões de desconhecidos nas redes sociais.
           Será que o ser humano perdeu a capacidade de analisar as coisas por si mesmo? São todos incapazes de gostar de algo que não seja abonado por uma grande maioria? É mais confortável ser parte da maioria, escondendo convicções em nome de fazer parte de uma maioria zumbi, cega para os detalhes que possam ser de maior utilidade em determinados casos e lhe tiraria da imensa base da pirâmide de seguidores sem opinião própria?
           Pessoas que votam no candidato que acham que vai vencer a eleição, mesmo que não acreditem nele nem em suas propostas têm apenas um objetivo, que é dizer com orgulho que faz parte do lado vencedor. Não interessa que isso lhes custe a opinião própria, os ideais ou até algum lucro, moral ou financeiro.
          Quem é que compra um produto sem esperar que milhares de rostos sorridentes o convençam na televisão, tomando os seus comentários como verdadeiros além do próprio julgamento?
          E as atividades culturais? Só se assiste a uma peça teatral se os atores aparecerem em novelas, só se compra uma música se ela for cantada eternamente em todos os lugares da moda, mesmo que seja de qualidade duvidosa, só se compra um livro se o autor for alguém que cause polêmica suficiente para torná-lo celebridade, porque o status social deve ser mais importante do que a obra para essas pessoas; o conteúdo não é muito importante, afinal, na maioria das vezes nem será lido mesmo, servirá como peso para segurar a porta.
         Por que cada vez mais as pessoas sentem enorme desconforto em tomar as próprias decisões, sem seguir a boiada? Autonomia vale ouro! Livre arbítrio é essencial!
        Tomar as próprias decisões é a última barreira que impede que se faça parte da população dominada e direcionada pelas opiniões alheias sem fundamento e importância pessoal, porque vão de encontro às convicções enraizadas na alma. E são essas convicções que impulsionam e mudam o mundo!
 
                                     Marcelo Gomes Melo
                                  
        Pequenos tiranos dominando a sociedade brasileira
    


          Os pequenos tiranos, armados com seus ternos Armani e gel perfumado nos cabelos caminham impávidos, de peito estufado e olhar acima do horizonte, procurando por qualquer câmera de televisão para derramar sua verborragia inócua aos microfones, ávidos por demonstrar status, riqueza, arrogância e imbecilidade.

          São esses tiranos os que manipulam as leis e as distorcem ao seu bel prazer, não hesitando em utilizá-las de acordo com os próprios interesses, buscando ampliar o poder e beneficiar a si e aos seus protegidos importantes, os donos do dinheiro.

          Criadores de terroristas, é o que esses pequenos tiranos são! Para o próprio deleite adoram contrariar o desejo do povo, citando a base legal como desculpa, desdenhando dos que, segundo eles, desconhecem a letra fria da lei. Mas são legalistas desprovidos de senso de justiça; e a lei sem justiça, não serve ao povo. Tais pequenos tiranos sentem-se deuses, capazes de tudo, quando fazem ouvidos moucos aos clamores das ruas. Subjugar os desejos da população sob uma epiderme legal fria e fina como gelo é o seu afrodisíaco.

          É por isso que, em um país que jamais produziu terroristas natos, há a ampla possibilidade de surgirem radicalistas extremos fruto da ação manipulatória sem medidas desses tiranos em miniatura, os novos playboys das praias, que exacerbam do direito de ser cruéis até que percebam o caminho sem volta no qual se encontram. Não são deuses, são seres mimados advindos de berços de ouro que agora exercem o poder de manipular as leis criadas por seus ancestrais e se julgam acima do Bem e do Mal. Esse tipo de gente costuma perceber que exagerou apenas quando as massas batem às suas portas, cobrando a conta pela ditadura branca. E quando isso acontecer será tarde demais.
                              


                                          Marcelo Gomes Melo


Para ler e refletir

A vida secreta dos seres noturnos           As noites em claro que costumo passar há anos, me ensinam comportamentos novos...