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  Como cultivar um espírito livre

Uma definição muito própria de espírito livre é: aquele ser que

apresenta extrema facilidade em adaptar-se às mais absurdas situações, tendo em mente sempre a capacidade de analisar, compreender e aprender com elas.

          A alguém de espírito livre supõe-se ser capaz de encontrar a paz, obter controle ou perdê-lo de acordo com o ganho imediato. Ganho de sensações, experiências e condições de repassá-las igualmente, contribuindo com a beleza da aquisição de conhecimento natural.

          E para tornar-se um espírito livre é preciso ler! Ler, isso mesmo, ler! Decodificar palavras, frases, períodos, formando histórias, tornando a comunicação completa e eficiente.

          Quando digo ler, significa estar aberto a todas as maneiras de leitura, verbal e não verbal; ler expressões, fotos, imagens; livros, cartas, bilhetes, placas... Simplesmente não ter preguiça de fazer o cérebro trabalhar! Ler é saber que se deve concordar em discordar, e que isso é enriquecedor para o coração e para a alma.

          A vantagem de ser e ter um espírito livre é respeitar o habitat por estar em consonância com ele; portanto, manter a sensibilidade para os problemas dos seres humanos e do planeta, fazendo a sua parte para a melhoria da vida sem abrir mão dos próprios prazeres, físicos e mentais.

          Então leia! Leia o que tiver em mãos. Leia para produzir leitura; produza leitura para melhorar o mundo; melhore o mundo porque você vive nele!
                                    





                            Marcelo Gomes Melo
   



Das necessidades de um povo que deseja evoluir intelectualmente


O que dizer dos anúncios comerciais veiculados atualmente na televisão brasileira? Os mestres da propaganda estão conseguindo se superar na arte de vender, de criar consumidores vorazes e desvairados alimentando sua sanha insaciável por gastar cada vez mais e além das próprias possibilidades financeiras.

O que precisamos perguntar é se nessa guerra desenfreada há comerciais de extremo mau gosto e de entendimento dúbio por puro nonsense ou desespero em chamar a atenção de compradores em potencial.

Quando comerciais de automóveis focam em sentimentos como a inveja, determinando ser isso o que move específica classe social consumidora e tornando claro que aquele que não possui o modelo da moda é inferior social, financeira e intelectualmente; ou mostram amigos se corroendo de ódio porque um deles possui um automóvel melhor, com mais acessórios, a ponto de prejudicar a amizade. Que mensagem é enviada à sociedade através de tais anúncios?

Em casos ainda mais confusos, quando tentam demonstrar que o motor é o mais silencioso da categoria e para isso utilizam uma aparentemente adolescente, com visual entre treze e quinze anos de idade fugindo de casa, enquanto um locutor lista todos os benefícios de possuir um carro daqueles. A menina entra no automóvel e vai para a balada largando um pai desesperado, cheio de preocupação em sua sala, impotente; e com o passar das horas roncando com um livro sobre o peito, altas horas da madrugada, quando a menina retorna feliz e insensível, e faz uma cara de desprezo ao vê-lo ali, prostrado, como se o pai fosse um idiota qualquer, fácil de enganar, e sem condições de tomar qualquer atitude, porque adolescentes, de acordo com as leis atuais têm apenas direito e nenhum dever, recaindo sobre os pais o ônus e a culpa pelos erros cometidos.

Vale a pena passar esse tipo de mensagem para uma sociedade já degradada pela falta de respeito, ética e sem leis que não sejam unilaterais, apenas para vender automóveis?

E quanto aos comerciais que se utilizam de linguajar chulo intencionalmente, ou incentivam à juventude o desrespeito às pessoas, principalmente às idosas?

Uma sociedade deveria ter como princípios bases sólidas de respeito às leis, conhecimento dos deveres e direitos e uma clara noção de certo e errado, legal e ilegal que norteasse as atitudes da população, facilitando o entendimento, proporcionando a capacidade de discernir para apresentar um comportamento saudável e condizente com as necessidades humanas. Só então seriam capazes de manter a mente aberta para respeitar as diferenças e conviver de forma pacífica, num ambiente de colaboração que eleve a qualidade de vida para todos.

                    Marcelo Gomes Melo

Para ler e refletir

Frio, solidão, escravidão, escuridão             Vai ficar tudo bem onde o vendo faz a curva e você vai poder se estirar na...