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      “Amor como arma, o livro: teste esse!”

 

O livro centra as ações na trama pouco ortodoxa bolada por um grupo de terroristas tupiniquins, aterrorizados pelas próprias vidas atravancadas, desprovidas de sentido, que os enterra, cada um deles à sua maneira, num poço de escuridão sem fim, destroçando-lhes a autoestima e abalando a fé que tinham no sistema e em Deus.

A ideia desses terroristas é terminar com a suposta dominação feminina ante a uma submissa parcela masculina, levando em conta as próprias péssimas experiências com as mulheres. A forma escolhida por eles foi a contenção da natalidade, assassinando mulheres grávidas e realizando vasectomia forçada, da maneira mais tosca possível, nos homens que se recusassem a tomar parte no plano.

O encarregado de desvendar as mortes, de início misteriosas, atribuídas a um suposto assassino em série, é o detetive Sean Karves, recém-chegado à cidade vindo da Europa para resolver problemas pessoais com a esposa, que o deixara após uma briga para retornar ao Brasil. Karves se envolve por acaso na confusão, mas embrenha-se cada vez mais no caso logo que descobre que a esposa, Adriana, estava grávida.

Para desvendar os mistérios e ajudar Karves na apreensão dos malucos, Rita D'Alessio e seu amigo e também jornalista Ulrich Garcia envolvem-se em diversas aventuras, sangrentas e assustadoras, com muita ação e humor, em uma história contada com muitos detalhes, ironia e clareza. Cada personagem apresenta uma característica peculiar que os distingue entre si e explica a motivação particular para as atitudes dantescas que tomam, refletindo uma sociedade caótica, absurda e incompreensível.

Conseguirão os terroristas livrar os homens do domínio abusivo das mulheres, controlando ao mesmo tempo a natalidade e evitando o aumento da população para recriar a raça humana sob o domínio masculino?

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                               “Da arte de lamber botas”

 

          Os círculos acadêmicos teoricamente existem para abrigar um seleto grupo de pensadores que, banhados pelo saber teórico adquirido através de muitos estudos obtêm uma autorização especial para “passar de fase” e filosofar livremente, criando regras que ajudem a melhorar a vida dos desfavorecidos.

          Pense em uma pirâmide, na qual a base é repleta de “comuns”; pessoas sem qualquer dom especial que as diferencie das outras, sem acesso a uma cultura que as permita galgar novos e mais fechados círculos, cada vez menores, com maior qualificação para discutir rumos e rearranjar políticas que decidam a vida dos outros.

          Agora imagine que a cada círculo pequeno ao qual se tenha acesso, ganhe com ele maior arrogância e um distanciamento gigantesco em relação à base da pirâmide. Os tais pensadores criam fórmulas sensacionais tendo como ponto de partida o que “acham” que a base deseja, ou o que acreditam que a base quer; se arvoram de leitores do pensamento alheio, afinal adquiriram tais direitos através dos títulos!

          Finalmente atingem o topo da pirâmide, e por lá se fecham em suas torres de marfim, o Olimpo dos diferenciados à custa de muita “citação” de superiores que devem ser adorados indiscutivelmente, incondicionalmente como requisito primordial para ser aceito naquele mundinho dos privilegiados intelectuais: para que suas ideias sejam aceitas e sua voz seja ouvida, lamba as botas dos maiorais, adquira apoio através da aquiescência completa e subserviência plena, ajuste o seu modo de ser e de pensar aos moldes do círculo acadêmico principal e só então poderá ditar regras, olhando de binóculos para os seguidores de suas regras, ignorando as necessidades e a realidade em que vivem, e ainda demonstre a certeza plena de que seus moldes funcionarão, mesmo presenciando um caos permanente que apenas dificultará novos membros da base da pirâmide a alcançar espaço em um novo círculo acadêmico.

          E a história se repete ad eternum: ditar normas sem conhecer as necessidades de quem irá segui-los, sem presenciar suas dores e seus anseios é como acrescentar pimenta malagueta em doses cavalares ao conteúdo de um caldeirão fervente do qual jamais experimentarão.

 

                                                 Marcelo Gomes Melo

 

 

 

                   “Futebol: a riqueza não combina com o povo”

 

          A seleção brasileira de futebol não existe mais. Não a do povo. Não a romântica, formada por jogadores que vestiam o uniforme pela honra, pelo amor e reconhecimento. Agora seleção é algo privado, particular, e os donos têm por objetivo preencher os bolsos, as contas bancárias e qualquer reentrância em que caibam notas de dinheiro, incluindo aí peças de roupa íntima.

          Esse fenômeno faz com que os astros, jogadores, com muita justiça pensem apenas no som da antiga caixa registradora ao serem requisitados para defendê-la, afinal são os principais atores do evento e os que menos recebem. Cercados por sanguessugas de todos os tipos, que se utilizam da ausência de discernimento de garotos mal formados intelectual e moralmente, aprendem a decorar um discurso do qual não têm a menor noção: amor à pátria quando vivem num limbo, entre países, desconhecendo a própria língua e costumes e muito mais a língua e os costumes dos locais em que vivem e trabalham; desapego financeiro: o que é paradoxal, já que todos faturam alto em cima do trabalho deles, de parentes distantes a jornalistas esportivos oportunistas, direta ou indiretamente.

          O futebol cresceu além das expectativas através dos anos, transformando-se de alegria do povo em alegria dos políticos, e agora em alegria da mídia, que torce, contorce e distorce situações, sempre em proveito próprio, porque o interessante é destacar as notícias de forma a lucrar com elas; isso acaba manipulando informações numa guerra de interesses sem fim.

          E o torcedor? Não os “organizados”, que são chamados assim  porque faturam bastante usando o nome do clube, licitamente ou não, mas o comum, que costuma ir aos campos apenas por lazer com a família, sem correr o risco de ser linchado por usar a camisa do time do coração; aquele que não vai ao aeroporto bater no treinador e muito menos em jogador. Esse está em franco processo de extinção. Não se encontra mais torcedores de verdade porque o futebol não é mais um espetáculo para o povo. O futebol é um negócio extremamente lucrativo, uma máquina de criar ricos! E riqueza não combina com o povo, não é mesmo?

 

                              Marcelo Gomes de Melo

Para ler e refletir

A permanência sob os temporais           Eu quero permanecer sob a chuva, o mundo está tremendo como os meus sonhos. Aturd...